Meus trabalhos para o Cristo Redentor

Só um petisco, afinal, foram tantos materiais que não caberiam aqui. Fiquem com uma peça de cada grande campanha/trabalho.
Ação de Amor do Cristo Redentor

Campanha de Captação de Voluntários para a Jornada Mundial da Juventude - Rio 2013




Lançamento da Central Digital de Informações do Cristo Redentor, do Projeto Empresas Apoiadoras do Cristo e desenvolvimento completo de pesquisas e conteúdo textual das centrais digitais dispostas no platô do monumento, com tradução em 7 línguas.



Criando para Accetur - Disney

Esses posts para Facebook ficaram um graça!









































Os textos são meus, Taise Gasparin, e a arte de Thiago Teixeira.

Conceito para Clinicão Veterinária

Se meu pet falasse.

A ideia a ser passada é que os cães e gatos estarão sempre representando os diferentes públicos donos de pets. 
A campanha utiliza um tom humorístico leve e, claro, sempre o apelo emotivo. Neste caso, é como se o dono pudesse ouvir seu bichinho “agradecer” pelos cuidados. É como se ele pudesse saber o que ele pensa. E a Clinicão, ao mesmo tempo em que coloca os animais “falando”, em seguida, fiz “se eles falassem” assumindo que tudo é uma brincadeira, pois é lúdico, mas um lúdico que toca o coração e que diz a verdade sobre a forma como os donos e todos na Clinica cuidam dos animais: com amor, carinho e, principalmente, compromisso.
























Os textos são meus e as artes, de Roberta Rezende, Gustavo Ferreira e Thiago Teixeira.

Regência Nominal

Nem lembra do que se trata? É só começar a ler pra entender e perceber que a maioria preposições você aplica certo porque decorou.
Já outras, você vem plicando errado, né?
Hmmm, muito bonito!
Então, copia a tabelinha, com os NOMES + as PREPOSIÇÕES e bora escrever certinho!
Para regência de mais nomes, consulta o google, bem.
Se a fonte for fidedigna, go ahead!


Seja didático ao falar com a classe C

Li, achei interessante e recomento o texto abaixo, de Demetrius Paparounis. Até porque, já passei muitas horas em ponto de ônibus com o fone no ouvido e o iPod desligado, só escutando a conversa alheia.



Se você precisa criar ou comunicar um produto para a classe C, um conselho: passe alguns dias na companhia do seu público-alvo. Pessoalmente!

Pesquisas são ótimas, claro, mas o contato pessoal traz insights que dificilmente você terá simplesmente assistindo à pesquisa atrás da parede de vidro – muito menos ouvindo o relatório numa sala de reuniões. Claro que é preciso tomar muito cuidado com o viés pessoal, mas viver um pouco a vida estrangeira dos mais pobres ajuda muito a diminuir o sotaque dos nossos produtos e das nossas campanhas.

Durante os dez anos que fiz revistas para a hoje chamada nova classe média, visitei inúmeras famílias de leitores. Essa experiência formou em mim a convicção de que a boa comunicação para esse público geralmente precisa incluir generosas pitadas de didatismo. Não porque esse público tenha dificuldade de compreensão – o problema é a falta de informação sobre o novo mundo ao qual estão sendo incluídos. O mundo dos que já tem a sobrevivência garantida e agora partem para experiências mais complexas e gratificantes.

Certa vez, visitando uma família baiana, tive um exemplo marcante dessa necessidade. A família tinha acabado de fazer sua primeira viagem de avião, comprado num pacote que incluía hotel. Depois de todas as dúvidas e inseguranças de quem voa pela primeira vez, eles chegaram no quarto do hotel e viram uma plaquinha pregada do lado de dentro da porta: “Por favor, arrume o quarto”. No dia seguinte, antes de sair para passear, adivinha o que a hóspede de primeira viagem fez? Obedeceu a antipática placa.

Recentemente, outras duas histórias me chamaram a atenção. Num colégio estadual que visitei em São Paulo, uma mãe me contou que a escola estava pedindo dinheiro para “a PM” pintar as paredes. “Eu não dou”, ela reclamava. “Nunca vi um carro da PM na frente da escola, agora eles querem dinheiro?” Simplesmente, ela não sabia que, em escolas públicas, existe a Associação de Pais e Mestres. Na roça onde ela cresceu não havia esse luxo. E depois ninguém achou importante explicar isso a ela.

A outra história aconteceu na última Black Friday com uma cabeleireira que eu conheço. Atraída pelos baixos preços, ela passou horas na fila de um hipermercado para comprar um tablete para o filho de 9 anos. “A única coisa que eu sabia era que precisava ter Android e wi-fi”, ela conta, repetindo a exigência do filho.

Comprou um de duzentos e poucos reais, deu ao filho, mas, em vez de alegria, teve um fim de semana frustrante. O problema não foi com o aparelho em si – aliás, muito bom pelo preço -, mas a falta de uma informação básica. Ela não sabia que não dá para ligar o cabo de internet do computador diretamente no tablete. Na família dela, assim como na da maioria dos brasileiros, ninguém nunca tinha ouvido falar de roteador. E o presente passou o fim de semana inútil como aqueles brinquedos que vinham sem pilha na nossa infância.

Fonte: Meio e Mensagem

Entendendo o Texto


Essas dicas são boas para quem vai prestar concurso ou vestibular.



TEXTO – é um conjunto de idéias organizadas e relacionadas entre si, formando um todo significativo capaz de produzir INTERAÇÃO COMUNICATIVA (capacidade de CODIFICAR E DECODIFICAR).

CONTEXTO – um texto é constituído por diversas frases. Em cada uma delas, há uma certa informação que a faz ligar-se com a anterior e/ou com a posterior, criando condições para a estruturação do conteúdo a ser transmitido. A essa interligação dá-se o nome de CONTEXTO. Nota-se que o relacionamento entre as frases é tão grande, que, se uma frase for retirada de seu contexto original e analisada separadamente, poderá ter um significado diferente daquele inicial.

INTERTEXTO - comumente, os textos apresentam referências diretas ou indiretas a outros autores através de citações. Esse tipo de recurso denomina-se INTERTEXTO.

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO - o primeiro objetivo de uma interpretação de um texto é a identificação de sua ideia principal. A partir daí, localizam-se as idéias secundárias, ou fundamentações, as argumentações, ou explicações, que levem ao esclarecimento das questões apresentadas na prova.

Via professordiegolucas.blogspot.com.br

Do you speak Corporativês?

No site http://danieldebonis.org tem um Pequeno dicionário do mundo corporativo, pra gente aprender e se deliciar, rindo da maneira como o autor explica os significados. Copiei alguns termos aqui pro blog... vai vendo!

Benchmark: Sabe quando você pensa: “Alguém em algum lugar deve saber fazer essa merda direito”? Esse alguém é obenchmark.

Board: Grupo de homens de cabelo branco, arrastados à força (física ou pecuniária) para reuniões sobre assuntos de que não entendem.

Brainstorming: Ritual dionisíaco-surrealista; terapia em grupo.

Branding: Chamar o pessoal do Porta dos Fundos pra fazer um comercial, na esperança de que alguém lembre o nome do seu produto. O que é meio difícil, se eles estiverem em TODOS os comerciais de TODOS os produtos do mercado.

Briefing: Resumo. Tipo aquele fichamento que você nunca fez na escola.

Budget: Lugar onde suas despesas não cabem, mas ninguém vai rever seus KPIs por isso (ver KPI).

Business Plan: Ente metafísico, a que se atribuem poderes sobrenaturais. Ninguém conhece seu verdadeiro teor.

Case: Concorrente onde você realmente queria trabalhar.

CEO (Chief Executive Officer): Aquele gringo que ainda não entendeu, afinal, o que é que a empresa faz.

Chairman: Membro do Board que dorme nas reuniões e ninguém fala nada (ver Board).

Coffee break: Banquete orgiástico.

Consultor: 1. Ex-executivo que continua mamando na empresa. 2. Sujeito que mama na empresa na esperança de se tornar executivo dela.

Core business: O que a empresa sabe fazer bem, até o Boarddecidir que não é isso e sim outra coisa (ver Board).

Copy + paste: Técnica para elaboração de textos, considerada a mais eficiente desde a invenção da escrita cuneiforme.

CRM: Conjunto de técnicas de procrastinação, sugestão e hipnose destinadas a não deixar o target perceber que está sendo enganado.

Deadline: Prazo arbitrário e imutável, definido em sessões secretas por ogros sádicos de seitas satânicas.

Debriefing: Relato ao superior imediato com fofocas cabeludas sobre a reunião em que ele não estava.

E-learning: Tecnologia de ponta empregada para comunicação e interação online, de forma a tornar mais eficiente o processo de fingir ensinar e fingir aprender.

Economia de baixo carbono: Mundo mágico, onde vivem fadas, elfos e duendes.

Feedback: Se for um chute no saco, desvie.

Festa da firma: Rito pagão caracterizado por presentes indesejados, cantadas embaraçosas e puxa-saquismo explícito.

Forecast: Chute; aposta; adivinhação. Desde que feitos sem a menor sombra de critério.

Hands-on: Trabalhar de verdade; não isso que você faz todo dia.

Head: Quem leva a culpa se o projeto não cumprir a Deadline ou estourar o Budget (ver Deadline e Budget).

Headcount: Número cuja propriedade definidora é ser grande demais, segundo o Board (ver Board).

Headhunter: Corsário determinado a roubar os únicos profissionais competentes que ainda sobraram na empresa.

Insight: Ideia do chefe.

Insight brilhante: Ideia do CEO.

Microsoft: Fabricante de bugs. De brinde, oferecem processadores de texto e planilhas.

Networking: Número total de chatos que você tem que aturar pra quem sabe um dia subir na carreira.

Pós-venda: Ato de suportar as reclamações mais do que justas dos clientes, respondendo-as com declarações vagas e de difícil compreensão.

PowerPoint: Programa cuja radiação inibe as capacidades humanas de pensamento e fala.

Stakeholder: O cara que segura o bife.

Trainee: Aquele playboyzinho que acabou de chegar e se acha o CEO. Mande ele tirar uns xerox e te trazer um Big Mac pra ele saber o lugar dele (ver CEO).

Trend: Quando o CEO entende o que é, já passou (ver CEO).

Workaholic: Pessoa normal, que não trabalha menos que oitenta horas por semana, ou pelo menos finge bem.

Workshop: Período de torpor e sonolência, entremeado por banquetes orgiásticos (ver Coffee break).

O Brasil está lendo menos.

Leitores, cadê vocês? Em 2007, eles eram 55% da população (ou 95,6 milhões de pessoas). No resultado apresentado em 2012, uma pesquisa divulgou que o índice diminuiu para 50% da população (88,2 milhões de pessoas).
O número de livros lidos pelos brasileiros por ano também caiu - de 4,7 por pessoa em 2007 para 4 na pesquisa referente a 2011.



Mais informações trágicas aqui: http://migre.me/fSihz 

Dúvida na Ortografia? ORTOGRAFA!

Super-recomendo! http://www.ortografa.com.br
Digite seu texto e ele, automaticamente, corrigirá dentro das novas normas do acordo ortográfico.
Normas que não são tão novas assim, mas que não entraram na cabeça de muito gente ainda.
Se bem que, hífen, nem na norma antiga tinha entrado, fala a verdade?


Redação Publicitária - O que diz a Wikipedia?

A Redação Publicitária é a técnica de ideação e criação de peças publicitárias e da sua linguagem, essencialmente persuasiva. Ao contrário do que se pressupõe, ela não se resume à redação dos materiais, mas abrange todo o processo criativo, desde o conceito inicial até o fechamento do job. Assim, hoje, o redator publicitário é responsável pela ideação da peça publicitária - pesquisa e criação - e pela forma como a linguagem entrará no contexto, reforçando o apelo persuasivo.
Por ser um trabalho criativo, na maioria das agências de publicidade, o redator publicitário e o designer gráfico formam uma "dupla de criação". Por um lado, o redator desenvolve os conceitos e como a peça se aproximará do público-alvo e, por outro, o designer define a interface gráfica do material, analisando sob quais aspectos perceptivos o apelo será mais chamativo, intenso e persuasivo.



Classe C Cor de Rosa

Vamos dar uma olhadinha no comportamento das consumidoras Classe C?
O termo "poderosas" não precisa ser vinculado à música que acaba de vir à sua mente, OK?


Quem é a Classe C brasileira?

O que fazem? Onde vivem? Do que se alimentam?
O Globo Repórter... não, espera. É só um infográfico.