10 Documentários

O pessoal do site CARREIRA SOLO selecionou 10 documentários que poderão aumentar seu conhecimento sobre Publicidade, Marketing e Design.

http://carreirasolo.org/inspiracao/videoteca-inspiracao-2/10-documentarios-que-todo-criativo-deveria-ver#.Ue1th9JJOXj


A origem do termo "OK".

Uma das mais plausíveis origens, e também a que mais dou credibilidade relaciona-se com a Guerra Civil Americana (1861-1865), que opôs os Estados do Norte (mais industrializados) aos Estados do Sul - a famosa Guerra dos Confederados.
Cada batalhão de infantaria do Exército Federal (nortista) tinha de reportar regularmente ao comando do respectivo regimento o número de baixas que contabilizava em determinado momento: quantos mortos ou incapacitados por ferimento ou doença. 
Começava a lista com o número de mortos (killed), assim expresso deste modo, por exemplo: 5k (five killed, ou seja, cinco mortos).

Quando um batalhão não tinha sofrido baixas, reportava 0k (zero killed).

Mas, depressa, se tornou vulgar informar coloquialmente o comandante do regimento que um determinado batalhão estava OK, trocando o zero pela letra O - ou seja, que a unidade militar não tinha sofrido perdas e estava operacional.

Achei no http://comhistoria.blogspot.com.br

Concordância verbal e porcentagem.

Vem cá, 99% das pessoas já devem ter se perguntado se estavam ou não escrevendo isso certo. Aquele 1% que não se perguntou, certamente, fez a lição de casa ou decorou as regrinhas aqui de baixo. A pergunta é: como fica o verbo quando aparece uma porcentagem na frase? Vamos aos casos.

Quando o número vem...

Especificado por termo singular: verbo no singular.
- 86% da população chinesa acha que o capitalismo trouxe benefícios para o país.

Especificado por termo plural: verbo no plural.
- 96% dos chineses acreditam que os Jogos serão bem-sucedidos e vão melhorar a imagem do país perante o mundo.

Sem especificação: verbo concorda com o número da porcentagem.
- Na China, 80% têm uma opinião positiva a respeito da situação social e econômica do país.
- 1% não opinou sobre o impacto dos Jogos Olímpicos na imagem do país perante o mundo.
* Aceita-se o verbo no singular e no plural, mas há preferência pelo verbo no singular.

Com essas dicas, já dá pra ir resolvendo uns 80% dos casos de concordância verbal com porcentagem que aparecem no dia a dia. Concorda?


"AGORA HÁ POUCO" e "DAQUI A POUCO".

PARA NÃO ERRAR MAIS!

Esqueça a crase no uso dessas expressões. Para indicar passado empregue o verbo haver; para indicar futuro, preposição a. MAS, POR QUÊ?

- Quando se emprega "agora há pouco" usa-se o verbo haver, pois há referência a um tempo transcorrido.

- Já quando se emprega "daqui a pouco" usa-se a preposição a, pois há referência a um momento futuro.

Entendido?

A PÉ ou À PÉ?


O correto é “a pé” (sem acento grave), já que “pé” é um substantivo masculino.


















As locuções adverbiais (lugar, tempo, modo…) recebem o acento indicativo da crase quando formadas por palavras femininas: sentar-se à mesa, bater à porta, entrar à direita, vigiar à distância, sair à noite, errar às vezes, vender à vista, viver à toa, falar às claras, sair às escuras.

Isso poque temos, no caso de locuções com palavras femininas, a junção do A PREPOSIÇÃO com o A ARTIGO, usado justamente por ser uma palavra feminina.

Como PÉ é "homenzinho", ele não leva o artigo A e, portanto, temos apenas a PREPOSIÇÃO, ficando assim: A PÉ!

TRÁS é diferente de TRAZ

É muito comum que as pessoas cometam esse erro e, embora muitos leitores não percebam a diferença e, portanto, não haja um real problema de comunicação, o erro está lá e pode causar, no mínimo, falta de credibilidade. A questão é que muitas pessoas usam a palavra TRÁS do lugar de TRAZ. Para evitar o erro, basta entender o significado de cada uma e empregar corretamente. É bem simples!

TRÁS, com acento e “s” significa ATRÁS.
Tem função de advérbio de lugar e vem sempre acompanhado de uma preposição, formando com esta uma locução adverbial. Ex.: A sala fica na parte de trás da escola.

TRAZ com “z”, significa CONDUZ, OFERECE, TRANSPORTA.
É a conjugação do verbo “trazer” na terceira pessoa do singular do indicativo ou na primeira pessoa do singular do imperativo. Ex.: Dinheiro não traz felicidade.

TODO DIA ou TODO O DIA?



Não é só sair escrevendo por aí. Tem regrinhas que podem mudar o sentido do texto.
Regras como, por exemplo, o emprego do artigo depois da palavra TODO.
Vamos lá.





TODO SEM ARTIGO

Todo dia, toda manhã, toda sexta-feira...
Significa: cada, qualquer
Ex.: Toda segunda-feira é dia de aula.
Significa que, sempre às segundas, a cada segunda, tem aula.


TODO COM ARTIGO

Todo o dia, toda a semana, toda a segunda-feira.
Significa: inteiro
Ex.: Toda a semana tenho aula.
Quer dizer que, a semana inteira (e aí estou me referindo a uma semana específica) terei aula.

No entanto, no plural, é obrigatório o artigo.
Ex.: Todos os dias faço ginástica.
Significa cada, qualquer.

Você sabe o que é Cacófato?


É um vício de linguagem que, devido à disposição de duas palavras, causa um som desagradável e ou obsceno no momento da pronúncia. Mesmo que a disposição das palavras e sua grafia estejam corretas, se juntas formarem CACÓFATO, é considerado um vício de linguagem e, portanto, um ERRO! Exemplos? Vamos lá!

Um por cada - Uma mão - Ela tinha - Vou-me já - Ele marca gol - Boca dela - Vou picar alho - Fé demais





Informação: + ou >?













Sempre que você for sugerir ao leitor que procure ler mais sobre algum assunto, escreva MAIS INFORMAÇÕES. Essa é a forma aceita pela norma culta da língua portuguesa. Dizer MAIORES INFORMAÇÕES causa ambiguidade, dando a entender que a informação pode ser maior em tamanho e não, necessariamente, mais detalhada.




Presentes Infantis - Tia Tá inDICA

Sempre fiz aniversário no Dia das Crianças. Na verdade, desde que nasci. E para homenagear esta data tão importante, darei algumas dicas de presentes para o Dia das Crianças. Coisas diferentes e criativas para que você realmente agrade e faça florescer a criatividade que habita os cerebrozinhos escondidos atrás daqueles olhos grandes e brilhantes. Vamos lá:

1 - Dê um DVD de um filme antigo, por exemplo, a versão antiga de A Fantástica Fábrica de Chocolate, ou a versão desenho da Disney de Alice no País das Maravilhas. Outras ideias são: Goonies, ET, Pequeno Príncipe, O Mágico de Oz. Ideal para agradar crianças que você não conhece muito.













2 - Uma caixa de lápis de cor + um pacote de folhas sulfite. Perfeito para crianças que permaneçam 4 horas ou mais sob efeito de computadores e videogames.













3 - Caixa de peças básicas de LEGO, que não venha com nenhum personagem ou peças prontas para montar ninjas, guerreiros intergaláticos ou dinossauros. Só as peças.










4 - Assinatura das Revistas em Quadrinhos Turma da Mônica. Você pode pedir para o seu filho e aproveitar também. Este não é um link patrocinado. É só um link mesmo. http://migre.me/b41zr










5 - Jogos desafiadores, tipo mini-labirintos e aqueles com argolas e bolinhas, que você fica horas tentando decifrar. Esse é bom para crianças maiores e podem ser colecionados. O Cubo Mágico se insere nessa categoria.












6 - Um dia num parque. Pode ser Parque da Xuxa, da Mônica, Hopi Hari, Wet 'n' Wild ou até o Zoológico. Se você for rico ou tiver uma altíssima capacidade de planejamento financeiro, pode fazer como nesse comercial de banco...



7 - Um filhote! Isso mesmo, um cãozinho, um gatinho, um peixinho ou um coelhinho. Escolha algo fofo e que não vá comprometer a saúde e a harmonia da casa. Só dê um presente assim com o consentimento dos pais, especificamente da MÃE.












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Palavra nova, ideia nova.