Bem-vindo sempre com hífen!
Para quem ainda tem dúvidas: o adjetivo bem-vindo escreve-se com hífen, sendo uma palavra formada por justaposição. Assim, nas expressões “seja bem-vindo”, “sentiu-se bem-vinda” e “serão bem-vindos”, em que a palavra tem sempre o sentido de “bem acolhido/a/os”, é esse adjectivo, com hífen entre os dois termos que formam o composto, que está presente. Benvindo é nome próprio, como Benvinda (nome da minha Avó).Portanto, é uma palavra composta por aglutinação, uma vez que não há hífen entre os termos bem e vindo.Pela nova ortografia, não houve mudança na escrita dessa palavra, ou seja, continua valendo a forma: BEM-VINDO.
Vale lembrar que é bom ficar atento à concordância dela:
Sejam todos bem-vindos.
Revistas são bem-vindas.
Uma gratificação será bem-vinda.
Um prêmio é sempre bem-vindo.
MaCost Brasil abre vagas nas equipes de criação, planejamento e atendimento.
busca novos profissionais para compor sua equipe.
Procuram-se:
- DIRETOR DE ARTE PLENO
- ASSISTENTE DE ARTE
- PLANNER PLENO
- ATENDIMENTOS PLENO E JR.
- ASSISTENTE DE ATENDIMENTO
Requisitos: Diretor de Arte
- Pacote Adobe (Photoshop, Indesign, Ilustrator e Flash)
- Com experiência comprovada
- Fechamento de arquivos para gráfica
Requisitos: Assistente de Arte
- Pacote Adobe (Photoshop, Indesign, Ilustrator e Flash)
- Fechamento de arquivos para gráfica
- Assistentes de arte podem ser contratados como ESTAGIÁRIOS.
Neste caso, é preciso estar cursando, no mínimo, o 3º ano da faculdade.
Requisitos: Planner
- Domínio do pacote Office
- Experiência em agência ou setor de marketing
- Boa comunicação e fluência verbal, agilidade na execução de atividades, organização, flexibilidade, negociação, bom relacionamento interpessoal, pró-atividade, dinamismo.
- Condução própria
Requisitos: Atendimento
- Domínio do pacote Office
- Experiência comprovada como atendimento, perfil operacional em agências de publicidade.
- Condução Própria
Os interessados devem enviar currículo e portfólio virtuais por email.
Não aceitamos currículos sem portfólio para as vagas de criação.
É preciso ter experiência em agência ou setor de marketing.
Os materiais serão recebidos no email atendimento@macost.com.br
Para saber mais sobre a agência, acesse www.macost.com.br
Freddie Mercury - O melhor e mais conhecido!
Conselhos de uma lagarta

A Lagarta e Alice olharam-se uma para outra por algum tempo em silêncio: por fim, a Lagarta tirou o narguilé da boca, e dirigiu-se à menina com uma voz lânguida, sonolenta.
“Quem é você?”, perguntou a Lagarta.
Não era uma maneira encorajadora de iniciar uma conversa. Alice retrucou, bastante timidamente: “Eu — eu não sei muito bem, Senhora, no presente momento — pelo menos eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então.
“O que você quer dizer com isso?”, perguntou a Lagarta severamente. “Explique-se!”
“Eu não posso explicar-me, eu receio, Senhora”, respondeu Alice, “porque eu não sou eu mesma, vê?”
“Eu não vejo”, retomou a Lagarta.
“Eu receio que não posso colocar isso mais claramente”, Alice replicou bem polidamente, “porque eu mesma não consigo entender, para começo de conversa, e ter tantos tamanhos diferentes em um dia é muito confuso.”
“Não é”, discordou a Lagarta.
“Bem, talvez você não ache isso ainda”, Alice afirmou, “mas quando você transformar-se em uma crisálida — você irá algum dia, sabe — e então depois disso em uma borboleta, eu acredito que você irá sentir-se um pouco estranha, não irá?”
“Nem um pouco”, disse a Lagarta.
“Bem, talvez seus sentimentos possam ser diferentes”, finalizou Alice, “tudo o que eu sei é: é muito estranho para mim.”
“Você!”, disse a Lagarta desdenhosamente. “Quem é você?”
O que as trouxe novamente para o início da conversação. Alice sentia-se um pouco irritada com a Lagarta fazendo tão pequenas observações e, empertigando-se, disse bem gravemente: “Eu acho que você deveria me dizer quem você é primeiro.”
“Por quê?”, perguntou a Lagarta.
Aqui estava outra questão enigmática, e, como Alice não conseguia pensar nenhuma boa razão, e a Lagarta parecia estar muito chateada, a menina despediu-se.
“Volte”, a Lagarta chamou por ela. “Eu tenho algo importante para dizer!”
Isso soava promissor, certamente. Alice virou-se e voltou.
“Mantenha a calma”, disse a Lagarta.
“Isso é tudo?”, retrucou Alice,engolindo sua raiva o quanto pôde.
“Não”, respondeu a Lagarta.
Alice pensou que poderia muito bem esperar, já que não tinha nada para fazer, e talvez no fim das contas ela poderia dizer algo que valesse a pena. Por alguns minutos a Lagarta soltou baforadas do seu cachimbo sem falar; afinal, ela descruzou os braços, tirou o narguilé da boca novamente e disse: “Então você acha que mudou, não é?”
“Temo que sim, Senhora”, respondeu Alice. “Não consigo lembrar das coisas como antes — e não mantenho o mesmo tamanho nem por dez minutos!”
O coração e o bisturi ♥

O coração é um órgão oco.
Tão oco quanto a cabeça de quem vive apaixonado!
E, não é à toa que não só de amor vive um coração.
O coração, no ser humano, tem o tamanho aproximado de um punho fechado.
Pronto pra dar um SOCO na cara de alguém.
Afinal, dizem que amor e ódio caminham juntos. Sim, lado a lado.
Um no átrio esquerdo e o outro no átrio direito do coração.
Só que enquanto um lado manda, o outro desmanda. E vai assim a vida inteira.
Porque o coração é um órgão muscular com movimento INVOLUNTÁRIO!
E vai batendo involuntariamente num vai e vem de sangue limpo e sujo, coisas boas e ruins, irrigando cada célula do corpo, regando cada minuto do nosso tempo.
Além disso, o coração tem válvulas. Creio que todas DE ESCAPE.
Porque ninguém é de ferro. E, embora o sangue tenha ferro, “não ser de ferro” continua sendo uma ótima desculpa.
Desculpa, por exemplo, para não querer amar ninguém.
Afinal, seja homem ou mulher, todo ser precisa de um tempo só para si.
Já que o coração, como qualquer outro músculo do corpo,necessita de OXIGÊNIO para que funcione adequadamente.
E já que o coração é assim, tão petulante a ponto de funcionar sozinho, e tão frágil a ponto de disparar com a simples presença de outra pessoa, que tal começar a cuidar dele antes dos 30?
Então, fica uma dica: cuide do seu coração como cuida do seu fígado.
Com boas doses de alegria, sempre que possível. ♥
A pessoa certa no lugar certo.
Segundo Jim Collins, estas são as 6 características principais das pessoas certas que estão na posição adequada e que, consequentemente, são capazes de proporcionar o crescimento, acredito que tanto pessoal quanto da empresa na qual trabalham. Jim Collins é um estudioso do comportamento de grandes empresas, formador de líderes empresariais, orador e autor de vários artigos e livros sobre gestão. Aí vão as características. Bom tomá-las como regras:1. Estas pessoas partilham os valores das organizações. “É preciso selecionar pessoas que já compartilham dos valores da sua companhia”, pontua Collins.
2. Estas pessoas não precisam ser gerenciadas de perto. “No momento em que temos que gerenciar o desempenho de alguém de perto, esta pessoa está na posição errada”, complementa.
3. Mais do que emprego, as pessoas tem responsabilidade. “Em uma grande cultura, as pessoas podem lhe dizer claramente suas responsabilidades, não um cargo”, afirma.
4. Compromisso selado e cumprido. “As pessoas certas têm 100% de comprometimento. São cuidadosas em relação ao que dizem que vão fazer. Ou cumpre o que prometeu ou está eliminado”, reforça.
5. Maturidade para os erros e acertos. As pessoas certas dividem o crédito tanto nos acertos quanto no fracasso.
6. Pessoas certas têm uma enorme paixão pela empresa, pelo trabalho e pelo que fazem. “Se você não é apaixonado pela empresa, não deveria estar passando sua vida ali. Nada de grandioso acontece sem uma grande paixão”, posiciona-se.
Como saber se um título é realmente bom? Sem contar a opinião da sua mãe.
Um título bom é aquele que você lê e fica com inveja do cara que criou.
Um título bom surte comentários seguidos de palavrões.
Um título bom com humor surte o efeito “RISO”.
Um título bom sem humor surte o efeito “NOOOSSA, É MESMO”.
Um título bom, mas muito bom mesmo, vira frase com aspas um dia.
Um título bom, com certeza, não é o primeiro que sai.
Um título bom é aprovado pelo Diretor de Criação.
Um título bom é aquele que deixa o Diretor de Arte empolgado para fazer a arte.
Um título bom é redondo.
Um título bom é tudo isso e ainda responde ao briefing.


Um título bom surte comentários seguidos de palavrões.
Um título bom com humor surte o efeito “RISO”.
Um título bom sem humor surte o efeito “NOOOSSA, É MESMO”.
Um título bom, mas muito bom mesmo, vira frase com aspas um dia.
Um título bom, com certeza, não é o primeiro que sai.
Um título bom é aprovado pelo Diretor de Criação.
Um título bom é aquele que deixa o Diretor de Arte empolgado para fazer a arte.
Um título bom é redondo.
Um título bom é tudo isso e ainda responde ao briefing.
Veja agora alguns títulos:

Serei
21/10 - Estarei na UTI (Calma, mãe!!!)
Minha palestra será sobre TÍTULOS.Por que? Primeiro por que eu adoro títulos. Depois, porque vivemos uma época em que a propaganda não só informa ou persuade o consumidor.
Hoje, propaganda é entretenimento.
Criar um título, uma “frase”, baseada nesse princípio é realmente um desafio.
Dia: 21/10 - quinta-feira
Horário: 19h30
Local: Depto. de Direito da UNITAU
Conjugação do verbo criar
Conjugação do verbo criar no presente imperfeito.
Eu escrevo
Tu layoutas
Ele reprova
Nós alteramos
Vós reclamais
Eles que mandam
Eu escrevo
Tu layoutas
Ele reprova
Nós alteramos
Vós reclamais
Eles que mandam
Sem pé nem pé. Quem falou em cabeça?
Deitei sentada na minha cama, confortavelmente no sofá.Lia um livro interessante.
Era um programa de TV sobre o futuro, mostrando tudo sobre o passado.
Bateu uma sede e fui buscar algo para comer.
Minha mãe havia encomendado um bolo que ela mesma preparou.
Dei uma mordida e a torta estava uma delícia.
Coloquei o copo de lado e continuei lendo a revista.
As fotos eram lindas. Pena não ter muitas imagens.
O jeito era dormir, então levantei.
Fui tomar um banho gelado, afinal estava com frio!
A campainha tocou, saí correndo do banho.
Por sorte não escorreguei, pois estava bem seca.
Quando atendi, já tinham desligado.
Coloquei o telefone no gancho e voltei pro quintal.
Precisava regar as azaleias, pois estavam lindas.
Já a grama, não precisava de água, estava toda ressecada.
O perfume da violeta invadia o jardim.
De repente o telefone tocou.
Era um moço na porta.
Queria pedir dinheiro para comprar pinga,
afinal estava com muita fome.
Dei meio pão duro fresquinho. Ele adorou.
Gosto de fazer o bem! Então fiquei me sentindo mal comigo mesma.
Voltei para minha cama e lá me sentei, deitada, com a revista na
mão, assistindo um livro só com fotos, sem imagens, sobre o futuro,
que falava do passado. O som já estava embaralhando a minha
vista. Então fechei a boca e dormi.
Acordei logo em seguida, à meia noite,
com um triste e enfadonho "BOM DIA".
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