
Minhas marcas no 5 brand
Hoje, 25 de fevereiro, postaram as 5 marcas que me definem no site 5brand.
Check it out! http://5brand.tumblr.com/
Check it out! http://5brand.tumblr.com/
Isso que dá!
Isso que dá não gostar de Carnaval. Um belo dia você decide fingir que gosta, se arruma toda, vai pro clube e é só alegria!Você dança todas as coreografias que você nunca imaginou que soubesse dançar.
Canta todas as marchinhas que você nunca ouviu antes como se tivesse uma coletânea do tipo 'Marchinhas de todos os tempos'.
Samba como se fosse a coisa mais normal do seu dia a dia.
Come frango a passarinho como se não tivesse começado uma dieta há 3 dias.
Bebe caipirinha como se já não soubesse o resultado disso no dia seguinte.
Pronto! Na quarta-feira de cinzas você acorda com o tornozelo direito doendo, se perguntando se foi culpa daquele passinho estranho da dança da manivela ou da abaixadinha com a mão no joelho da dança da ondinha.
É nisso que dá! =D
Criatividade acima de tudo (ou em baixo)

Depois de me deparar com O.B. de capinha colorida na farmácia (na verdade nem é O.B., é da marca Intimus), entro na internet e encontro isso. Uma tentativa de deixar a semana mais chata do mês um pouco mais bem humorada. Não sei se existe de verdade ou se é só uma idéia. Não sei quem inventou. Se existir mesmo, não vende no Brasil. Só sei que o da lâmina é arrepiante!
Obama´s elf
Porque eu adoro paródias e costumava fazer várias com meus irmãos e amigos da escola. E essa é originalíssima, com direito a oportunidade e tudo mais. Leeeendo. Amei! Dó do elfo. Oo
Pânceps

O desenho é de Lawrence Yang e é por essas e outras que eu prefiro Coca-cola Light!
Nota ZERO pra esse logo da Pepsi (;P). Porque se dá para entender de outro jeito, as pessoas vão entender de outro jeito. Alguém falou em sorriso? Ah! É mesmo. O pânceps do gordines fofolete era para parecer um sorriso.
Gerador de Apelidos do Sawyer
Pra quem gosta de Lost, do Sawyer e dos apelidos que ele dá.
É só clicar no link, digitar nome e sobrenome, responder umas perguntinhas sobre seu tipo físico e seu desempenho mental. Em segundos, o Sawyer te dará um apelidinho. You should try.
Olha o meu aí embaixo! "Sally Estiligue"
É só clicar no link, digitar nome e sobrenome, responder umas perguntinhas sobre seu tipo físico e seu desempenho mental. Em segundos, o Sawyer te dará um apelidinho. You should try.
Olha o meu aí embaixo! "Sally Estiligue"
27 agulhas por R$ 1,00
Hoje dei uma volta na Feira da Berganha. Barganha, breganha, para quem preferir. É uma feira de rua, que acontece todos os domingos. As pessoas esticam lonas no chão e espalham coisas pela rua com o intuito de vender bem mais barato do que o preço comum. Algumas coisas são usadas, outras, acredita-se que até roubadas, extraviadas, doadas ou, simplesmente, encontradas (sabe-se lá onde).
Mas não é só quinquilharia que a gente encontra na berganha. Tem também muita coisa boa e útil, como CDs e DVDs piratas; brinquedos; livros; gibis; revistas de mulher pelada; revistas com a Madonna na capa; mangueirinha de máquina de lavar louça; válvula de torneira; objetos antigos para colecionadores; carrinhos de controle remoto; máquinas de cortar madeira; roupas; conservas de pimenta e beringela; coleiras para poodle; cúpulas de abajur; carrinhos de feira; cadeirinhas de bebê; churrasquinho de frango, pernil e até medalhão; sanfoneiro tocando; quadros estranhos e muito tristes; quadros bonitos de Nossa Senhora, de Jesus e do KLB; cadeiras de escritório vermelhas e azuis; guarda-chuvas; telefones celulares; controles remotos e até agulhas (vinte e sete agulhas por um real). Não é ótimo?
É claro que também tem um lado obscuro, com crianças pedindo dinheiro, malandros de olho na sua bolsa e vendedores mal-intensionados tentando vender mercadoria roubada mas, no fim, a coisa toda acaba virando uma boa experiência.
Meu tio achou um iPod que tinha uma música do meu irmão. Que coincidência! Meu namorado achou um telefone sem fio funcionando perfeitamente por R$ 20,00. Primeiro ele pagou R$ 20,00 e só depois descobriu que estava funcionando perfeitamente mas, quem se importa com a ordem dos fatos?
Eu só achei graça mesmo!
Senti vontade de comprar umas mil coisas, medo de comprar umas 887, receio de comprar umas 110 e remorso por não ter comprado, pelo menos, umas 13.
Talvez eu volte na semana que vem. As agulhas estavam com um preço tão bom!
Mas não é só quinquilharia que a gente encontra na berganha. Tem também muita coisa boa e útil, como CDs e DVDs piratas; brinquedos; livros; gibis; revistas de mulher pelada; revistas com a Madonna na capa; mangueirinha de máquina de lavar louça; válvula de torneira; objetos antigos para colecionadores; carrinhos de controle remoto; máquinas de cortar madeira; roupas; conservas de pimenta e beringela; coleiras para poodle; cúpulas de abajur; carrinhos de feira; cadeirinhas de bebê; churrasquinho de frango, pernil e até medalhão; sanfoneiro tocando; quadros estranhos e muito tristes; quadros bonitos de Nossa Senhora, de Jesus e do KLB; cadeiras de escritório vermelhas e azuis; guarda-chuvas; telefones celulares; controles remotos e até agulhas (vinte e sete agulhas por um real). Não é ótimo?
É claro que também tem um lado obscuro, com crianças pedindo dinheiro, malandros de olho na sua bolsa e vendedores mal-intensionados tentando vender mercadoria roubada mas, no fim, a coisa toda acaba virando uma boa experiência.
Meu tio achou um iPod que tinha uma música do meu irmão. Que coincidência! Meu namorado achou um telefone sem fio funcionando perfeitamente por R$ 20,00. Primeiro ele pagou R$ 20,00 e só depois descobriu que estava funcionando perfeitamente mas, quem se importa com a ordem dos fatos?
Eu só achei graça mesmo!
Senti vontade de comprar umas mil coisas, medo de comprar umas 887, receio de comprar umas 110 e remorso por não ter comprado, pelo menos, umas 13.
Talvez eu volte na semana que vem. As agulhas estavam com um preço tão bom!
Banho, dedinho e rabo de lagartixa
Esta noite eu estava tomando banho e me aconteceu uma das coisas mais esquisitas desde o episódio do rabo solto da lagartixa (falo dele depois).
Era um banho de banheira e, por isso, eu estava sentada. Lavei o cabelo, enchi a banheira, esperei minha mão enrugar e resolvi sair do banho. A água abaixava aos poucos. Foi quando olhei pro meu pé.
Caramba, perdi um dedo! Na verdade não, mas na hora foi o que pensei. Olhei pro meu pé esquerdo e estava faltando o terceiro dedo (tanto faz se é da esquerda pra direita ou da direita pra esquerda, o terceiro é o terceiro, faça o teste).
Acontece que eu estava com o pé encostado na banheira e o dedinho estava um pouco dobrado para trás, dando a impressão de não estar lá.
Pensei horrores. Por milésimos de segundos, frações de centésimos de instantes, uma pequena porção fatiada de tempo, pensei o pior que uma pessoa pode pensar sobre seu próprio terceiro dedinho. Mais rápido que uma multidão de donas de casa corre para uma promoção de tupeware, achei mesmo que meu dedinho já era:
"Deve ter escorrido pelo ralo"
"Pode ser que ainda esteja na banheira"
"Que nojo, tem um dedo na banheira"
"O que vou fazer com as minhas 27 sandálias?"
"Será que vou ter desconto na manicure?"
"Meu namorado vai rir de mim"
"As crianças vão me olhar na rua com medo"
"Pode ser que cresça de novo, como um rabo de lagartixa"
"Eu reclamava que era gorda, agora não tenho um dedo".
Mas, para a minha própria sorte e das pessoas que não precisam ler tanta besteira, puxei o pé mais pra perto e, felizmente, o dedinho desdobrou e apareceu. Foi um alívio. Posso jurar que suspirei como se tivesse acabado de descobrir que tudo foi um sonho. E tinha sido mais ou menos isso! Depois, achei melhor sair do banho mesmo, antes que outro pedacinho revoltado de mim resolvesse se descolar e rolar com a água. Igual aconteceu uma vez, com o rabo de uma lagartixa que caiu na banheira bem no meio do banho.
Era um banho de banheira e, por isso, eu estava sentada. Lavei o cabelo, enchi a banheira, esperei minha mão enrugar e resolvi sair do banho. A água abaixava aos poucos. Foi quando olhei pro meu pé.
Caramba, perdi um dedo! Na verdade não, mas na hora foi o que pensei. Olhei pro meu pé esquerdo e estava faltando o terceiro dedo (tanto faz se é da esquerda pra direita ou da direita pra esquerda, o terceiro é o terceiro, faça o teste).
Acontece que eu estava com o pé encostado na banheira e o dedinho estava um pouco dobrado para trás, dando a impressão de não estar lá.
Pensei horrores. Por milésimos de segundos, frações de centésimos de instantes, uma pequena porção fatiada de tempo, pensei o pior que uma pessoa pode pensar sobre seu próprio terceiro dedinho. Mais rápido que uma multidão de donas de casa corre para uma promoção de tupeware, achei mesmo que meu dedinho já era:
"Deve ter escorrido pelo ralo"
"Pode ser que ainda esteja na banheira"
"Que nojo, tem um dedo na banheira"
"O que vou fazer com as minhas 27 sandálias?"
"Será que vou ter desconto na manicure?"
"Meu namorado vai rir de mim"
"As crianças vão me olhar na rua com medo"
"Pode ser que cresça de novo, como um rabo de lagartixa"
"Eu reclamava que era gorda, agora não tenho um dedo".
Mas, para a minha própria sorte e das pessoas que não precisam ler tanta besteira, puxei o pé mais pra perto e, felizmente, o dedinho desdobrou e apareceu. Foi um alívio. Posso jurar que suspirei como se tivesse acabado de descobrir que tudo foi um sonho. E tinha sido mais ou menos isso! Depois, achei melhor sair do banho mesmo, antes que outro pedacinho revoltado de mim resolvesse se descolar e rolar com a água. Igual aconteceu uma vez, com o rabo de uma lagartixa que caiu na banheira bem no meio do banho.
Só metade das calorias...
THE INVISIBLE MAN
Ação de guerrilha criada pela Euro RSCG Dusseldorf para a Fiftyfifty, revista vendida pela populaçao de rua. Por coincidência, estava tocando aquela música da chata da Pitty bem na hora que eu via esse case. "Eu estava aqui o tempo todo, só você não viu".
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