Dúvida na Ortografia? ORTOGRAFA!

Super-recomendo! http://www.ortografa.com.br
Digite seu texto e ele, automaticamente, corrigirá dentro das novas normas do acordo ortográfico.
Normas que não são tão novas assim, mas que não entraram na cabeça de muito gente ainda.
Se bem que, hífen, nem na norma antiga tinha entrado, fala a verdade?


Redação Publicitária - O que diz a Wikipedia?

A Redação Publicitária é a técnica de ideação e criação de peças publicitárias e da sua linguagem, essencialmente persuasiva. Ao contrário do que se pressupõe, ela não se resume à redação dos materiais, mas abrange todo o processo criativo, desde o conceito inicial até o fechamento do job. Assim, hoje, o redator publicitário é responsável pela ideação da peça publicitária - pesquisa e criação - e pela forma como a linguagem entrará no contexto, reforçando o apelo persuasivo.
Por ser um trabalho criativo, na maioria das agências de publicidade, o redator publicitário e o designer gráfico formam uma "dupla de criação". Por um lado, o redator desenvolve os conceitos e como a peça se aproximará do público-alvo e, por outro, o designer define a interface gráfica do material, analisando sob quais aspectos perceptivos o apelo será mais chamativo, intenso e persuasivo.



Classe C Cor de Rosa

Vamos dar uma olhadinha no comportamento das consumidoras Classe C?
O termo "poderosas" não precisa ser vinculado à música que acaba de vir à sua mente, OK?


Quem é a Classe C brasileira?

O que fazem? Onde vivem? Do que se alimentam?
O Globo Repórter... não, espera. É só um infográfico.


Cuidados ao falar com a classe C

Por Demetrius Paparounis
Via www.meioemensagem.com.br


O brasileiro médio lê pouco, não faz faculdade e tem menos referências culturais do que jornalistas e publicitários. Isso não quer dizer, obviamente, que seja menos inteligente ou capaz. Apenas que tem menos estímulo e preparo para lidar com alguns tipos de informação.

Por isso, é um desafio enorme para publicitários e jornalistas se comunicar com o brasileiro médio. Ainda mais em plataformas escritas, como jornais, revistas ou internet.
Tive o privilégio de encarar esse desafio durante dez anos, fazendo revistas femininas populares, e aprendi muito sobre o que funciona e o que não funciona. Aqui vão alguns desses aprendizados:

1. Repita ideias e palavras
Escrever difícil transmite imagem de poder, inspira respeito. Não é à toa que advogados utilizam todos aqueles termos rebuscados e incompreensíveis. Mas, se você quer se comunicar com pessoas simples – e quer se fazer entender -, seja simples. Use palavras acessíveis e repita-as quantas vezes for preciso, em vez de recorrer a sinônimos empolados ou pouco usuais. Nunca ouvi uma pessoa comum usar a palavra “madeixas”, que, no entanto, sobrevive na mídia por causa do pudor de repetir a palavra “cabelo” várias vezes.

Muitas vezes, sobretudo em textos longos, é importante repetir também as ideias que você apresentou lá atrás e que talvez não estejam mais tão nítidas na lembrança do leitor. Exemplo: ao listar três razões para alguma coisa, quando chegar na terceira, relembre a coisa. Isso fortalece a mensagem e evita que a pessoa se desligue do texto – e interrompa a leitura.

2. Frases curtas, por favor
A regra é clara: cada frase deve ter, no máximo, 20, 22 palavras, incluindo artigos e preposições. Esse é mais ou menos o limite que uma pessoa com menos familiaridade com a leitura, que lê mais devagar, costuma guardar na cabeça até formar uma ideia completa. Frases mais longas correm o risco de se perder – quando chega nas últimas palavras, a pessoa já esqueceu as primeiras. Ou tem dificuldade em ligá-las.
Encurtar frases é simples: basta usar ordem direta, evitar explicações entre vírgulas e apoiar uma ideia em cada frase.

3. Recorra a metáforas...
Elas são importantes não apenas porque simplificam ideias abstratas ou complicadas. As metáforas também ajudam a manter a ideia na memória. Fortalecem o vínculo com o conteúdo. Uma vez, quando escrevia sobre assuntos de saúde, entrevistei uma leitora para saber o que ela estava achando dessa seção da revista. Fiquei feliz quando ela contou que o marido tinha começado a fazer ginástica para aumentar o “colesterol roto-rooter, aquele que desentope as veias”. Não só guardou a informação, como estimulou o marido a adotar um hábito saudável.

4. ...mas cuidado com as alusões
É comum, em textos jornalísticos ou publicitários, encontrar referências a trechos de música, nomes de filmes ou alusões históricas. Evidentemente, elas funcionam muito bem na cabeça do redator – e provavelmente das pessoas que convivem com ele. Mas elas nem sempre são de domínio público. Um exemplo interessante foi uma pesquisa do Instituto Data Popular sobre uma propaganda de café. O anúncio usava a imagem do peito do Super Homem para apresentar uma versão mais forte do produto. Funcionou muito bem com gente parecida com os criadores do anúncio. Mas chegou truncado ao público-alvo do produto, que viu de tudo na imagem (cortina, estômago, jogador do Corinthians), menos o peito do Super Homem. (O vídeo das entrevistas está neste link: www.youtube.com/watch?v=n5-b4853L0w). Dinheiro jogado fora.





















5. Não chame de pobre – nem indiretamente
Sim, o pobre sabe que jornais, revistas, sites e propagandas são feitos por pessoas mais ricas do que ele. Mas não gosta de ser lembrado disso – principalmente pelos mais ricos.

Parece óbvio, até porque ninguém chama o próprio leitor diretamente de pobre. Mas, indiretamente, a condição financeira costuma aparecer em expressões como “camadas menos favorecidas”, “população carente” ou com “menor poder aquisitivo”. Por melhor que seja a intenção, como, por exemplo, informar que o produto ou serviço é mais barato, acaba discriminando de forma negativa. E desperta sentimentos ruins.

6. Atenção aos limites do aspiracional
Embora vez ou outra surjam campanhas publicitárias valorizando a “beleza real”, o fato é que o modelo aspiracional funciona. Ainda mais para as classes mais populares. O belo agrada e chama a atenção. As pessoas gostam de se projetar em ambientes, produtos ou modelos que representem seu ideal de luxo, conforto ou beleza, em vez do espelho. Mas é preciso tomar cuidado com os limites desse modelo. Cansei de ver pesquisas sobre atrizes lindas e famosas que fazem muito sucesso com os mais ricos, mas não atraem a identificação do brasileiro médio. Em vez de proximidade, causam distanciamento – quando não antipatia. Dificilmente uma brasileira comum vai querer seguir as dicas de sedução apresentadas por uma loira nórdica de pele branca e jeito frio. Nem usar o mesmo creme.

Está em dúvida em quem usar na campanha ou na capa da revista? Só olhar quem está fazendo sucesso na novela. Simples assim.

Semana da Classe C















Esta semana vou postar vários conteúdos sobre a classe C. O motivo? Como redatora, constantemente me vejo escrevendo para este público e gostaria de compartilhar os conhecimentos que venho adquirindo com meus leitores. Enjoy!

10 Documentários

O pessoal do site CARREIRA SOLO selecionou 10 documentários que poderão aumentar seu conhecimento sobre Publicidade, Marketing e Design.

http://carreirasolo.org/inspiracao/videoteca-inspiracao-2/10-documentarios-que-todo-criativo-deveria-ver#.Ue1th9JJOXj


A origem do termo "OK".

Uma das mais plausíveis origens, e também a que mais dou credibilidade relaciona-se com a Guerra Civil Americana (1861-1865), que opôs os Estados do Norte (mais industrializados) aos Estados do Sul - a famosa Guerra dos Confederados.
Cada batalhão de infantaria do Exército Federal (nortista) tinha de reportar regularmente ao comando do respectivo regimento o número de baixas que contabilizava em determinado momento: quantos mortos ou incapacitados por ferimento ou doença. 
Começava a lista com o número de mortos (killed), assim expresso deste modo, por exemplo: 5k (five killed, ou seja, cinco mortos).

Quando um batalhão não tinha sofrido baixas, reportava 0k (zero killed).

Mas, depressa, se tornou vulgar informar coloquialmente o comandante do regimento que um determinado batalhão estava OK, trocando o zero pela letra O - ou seja, que a unidade militar não tinha sofrido perdas e estava operacional.

Achei no http://comhistoria.blogspot.com.br

Concordância verbal e porcentagem.

Vem cá, 99% das pessoas já devem ter se perguntado se estavam ou não escrevendo isso certo. Aquele 1% que não se perguntou, certamente, fez a lição de casa ou decorou as regrinhas aqui de baixo. A pergunta é: como fica o verbo quando aparece uma porcentagem na frase? Vamos aos casos.

Quando o número vem...

Especificado por termo singular: verbo no singular.
- 86% da população chinesa acha que o capitalismo trouxe benefícios para o país.

Especificado por termo plural: verbo no plural.
- 96% dos chineses acreditam que os Jogos serão bem-sucedidos e vão melhorar a imagem do país perante o mundo.

Sem especificação: verbo concorda com o número da porcentagem.
- Na China, 80% têm uma opinião positiva a respeito da situação social e econômica do país.
- 1% não opinou sobre o impacto dos Jogos Olímpicos na imagem do país perante o mundo.
* Aceita-se o verbo no singular e no plural, mas há preferência pelo verbo no singular.

Com essas dicas, já dá pra ir resolvendo uns 80% dos casos de concordância verbal com porcentagem que aparecem no dia a dia. Concorda?


"AGORA HÁ POUCO" e "DAQUI A POUCO".

PARA NÃO ERRAR MAIS!

Esqueça a crase no uso dessas expressões. Para indicar passado empregue o verbo haver; para indicar futuro, preposição a. MAS, POR QUÊ?

- Quando se emprega "agora há pouco" usa-se o verbo haver, pois há referência a um tempo transcorrido.

- Já quando se emprega "daqui a pouco" usa-se a preposição a, pois há referência a um momento futuro.

Entendido?

A PÉ ou À PÉ?


O correto é “a pé” (sem acento grave), já que “pé” é um substantivo masculino.


















As locuções adverbiais (lugar, tempo, modo…) recebem o acento indicativo da crase quando formadas por palavras femininas: sentar-se à mesa, bater à porta, entrar à direita, vigiar à distância, sair à noite, errar às vezes, vender à vista, viver à toa, falar às claras, sair às escuras.

Isso poque temos, no caso de locuções com palavras femininas, a junção do A PREPOSIÇÃO com o A ARTIGO, usado justamente por ser uma palavra feminina.

Como PÉ é "homenzinho", ele não leva o artigo A e, portanto, temos apenas a PREPOSIÇÃO, ficando assim: A PÉ!

TRÁS é diferente de TRAZ

É muito comum que as pessoas cometam esse erro e, embora muitos leitores não percebam a diferença e, portanto, não haja um real problema de comunicação, o erro está lá e pode causar, no mínimo, falta de credibilidade. A questão é que muitas pessoas usam a palavra TRÁS do lugar de TRAZ. Para evitar o erro, basta entender o significado de cada uma e empregar corretamente. É bem simples!

TRÁS, com acento e “s” significa ATRÁS.
Tem função de advérbio de lugar e vem sempre acompanhado de uma preposição, formando com esta uma locução adverbial. Ex.: A sala fica na parte de trás da escola.

TRAZ com “z”, significa CONDUZ, OFERECE, TRANSPORTA.
É a conjugação do verbo “trazer” na terceira pessoa do singular do indicativo ou na primeira pessoa do singular do imperativo. Ex.: Dinheiro não traz felicidade.

TODO DIA ou TODO O DIA?



Não é só sair escrevendo por aí. Tem regrinhas que podem mudar o sentido do texto.
Regras como, por exemplo, o emprego do artigo depois da palavra TODO.
Vamos lá.





TODO SEM ARTIGO

Todo dia, toda manhã, toda sexta-feira...
Significa: cada, qualquer
Ex.: Toda segunda-feira é dia de aula.
Significa que, sempre às segundas, a cada segunda, tem aula.


TODO COM ARTIGO

Todo o dia, toda a semana, toda a segunda-feira.
Significa: inteiro
Ex.: Toda a semana tenho aula.
Quer dizer que, a semana inteira (e aí estou me referindo a uma semana específica) terei aula.

No entanto, no plural, é obrigatório o artigo.
Ex.: Todos os dias faço ginástica.
Significa cada, qualquer.

Você sabe o que é Cacófato?


É um vício de linguagem que, devido à disposição de duas palavras, causa um som desagradável e ou obsceno no momento da pronúncia. Mesmo que a disposição das palavras e sua grafia estejam corretas, se juntas formarem CACÓFATO, é considerado um vício de linguagem e, portanto, um ERRO! Exemplos? Vamos lá!

Um por cada - Uma mão - Ela tinha - Vou-me já - Ele marca gol - Boca dela - Vou picar alho - Fé demais