A Redação Publicitária é a técnica de ideação e criação de peças publicitárias e da sua linguagem, essencialmente persuasiva. Ao contrário do que se pressupõe, ela não se resume à redação dos materiais, mas abrange todo o processo criativo, desde o conceito inicial até o fechamento do job. Assim, hoje, o redator publicitário é responsável pela ideação da peça publicitária - pesquisa e criação - e pela forma como a linguagem entrará no contexto, reforçando o apelo persuasivo.
Por ser um trabalho criativo, na maioria das agências de publicidade, o redator publicitário e o designer gráfico formam uma "dupla de criação". Por um lado, o redator desenvolve os conceitos e como a peça se aproximará do público-alvo e, por outro, o designer define a interface gráfica do material, analisando sob quais aspectos perceptivos o apelo será mais chamativo, intenso e persuasivo.
Classe C Cor de Rosa
Vamos dar uma olhadinha no comportamento das consumidoras Classe C?
O termo "poderosas" não precisa ser vinculado à música que acaba de vir à sua mente, OK?
O termo "poderosas" não precisa ser vinculado à música que acaba de vir à sua mente, OK?
Cuidados ao falar com a classe C
Por Demetrius Paparounis
Via www.meioemensagem.com.br
5. Não chame de pobre – nem indiretamente
Via www.meioemensagem.com.br
O brasileiro médio lê pouco, não faz faculdade e tem menos referências
culturais do que jornalistas e publicitários. Isso não quer dizer, obviamente,
que seja menos inteligente ou capaz. Apenas que tem menos estímulo e preparo
para lidar com alguns tipos de informação.
Por isso, é um desafio enorme para publicitários e jornalistas se
comunicar com o brasileiro médio. Ainda mais em plataformas escritas, como
jornais, revistas ou internet.
Tive o privilégio de encarar esse desafio durante dez anos, fazendo revistas
femininas populares, e aprendi muito sobre o que funciona e o que não funciona.
Aqui vão alguns desses aprendizados:
1. Repita ideias e palavras
Escrever difícil transmite imagem de poder, inspira respeito. Não é à
toa que advogados utilizam todos aqueles termos rebuscados e incompreensíveis.
Mas, se você quer se comunicar com pessoas simples – e quer se fazer entender
-, seja simples. Use palavras acessíveis e repita-as quantas vezes for preciso,
em vez de recorrer a sinônimos empolados ou pouco usuais. Nunca ouvi uma pessoa
comum usar a palavra “madeixas”, que, no entanto, sobrevive na mídia por causa
do pudor de repetir a palavra “cabelo” várias vezes.
Muitas vezes, sobretudo em textos longos, é importante repetir também
as ideias que você apresentou lá atrás e que talvez não estejam mais tão
nítidas na lembrança do leitor. Exemplo: ao listar três razões para alguma
coisa, quando chegar na terceira, relembre a coisa. Isso fortalece a mensagem e
evita que a pessoa se desligue do texto – e interrompa a leitura.
2. Frases curtas, por favor
A regra é clara: cada frase deve ter, no máximo, 20, 22 palavras,
incluindo artigos e preposições. Esse é mais ou menos o limite que uma pessoa
com menos familiaridade com a leitura, que lê mais devagar, costuma guardar na
cabeça até formar uma ideia completa. Frases mais longas correm o risco de se
perder – quando chega nas últimas palavras, a pessoa já esqueceu as primeiras.
Ou tem dificuldade em ligá-las.
Encurtar frases é simples: basta usar ordem direta, evitar explicações
entre vírgulas e apoiar uma ideia em cada frase.
3. Recorra a metáforas...
Elas são importantes não apenas porque simplificam ideias abstratas ou
complicadas. As metáforas também ajudam a manter a ideia na memória. Fortalecem
o vínculo com o conteúdo. Uma vez, quando escrevia sobre assuntos de saúde,
entrevistei uma leitora para saber o que ela estava achando dessa seção da
revista. Fiquei feliz quando ela contou que o marido tinha começado a fazer
ginástica para aumentar o “colesterol roto-rooter, aquele que desentope as
veias”. Não só guardou a informação, como estimulou o marido a adotar um hábito
saudável.
4. ...mas cuidado com as alusões
É comum, em textos jornalísticos ou publicitários, encontrar
referências a trechos de música, nomes de filmes ou alusões históricas.
Evidentemente, elas funcionam muito bem na cabeça do redator – e provavelmente
das pessoas que convivem com ele. Mas elas nem sempre são de domínio público.
Um exemplo interessante foi uma pesquisa do Instituto Data Popular sobre uma
propaganda de café. O anúncio usava a imagem do peito do Super Homem para
apresentar uma versão mais forte do produto. Funcionou muito bem com gente
parecida com os criadores do anúncio. Mas chegou truncado ao público-alvo do
produto, que viu de tudo na imagem (cortina, estômago, jogador do Corinthians),
menos o peito do Super Homem. (O vídeo das entrevistas está neste link:
www.youtube.com/watch?v=n5-b4853L0w). Dinheiro jogado fora.
Sim, o pobre sabe que jornais, revistas, sites e propagandas são feitos
por pessoas mais ricas do que ele. Mas não gosta de ser lembrado disso –
principalmente pelos mais ricos.
Parece óbvio, até porque ninguém chama o próprio leitor diretamente de
pobre. Mas, indiretamente, a condição financeira costuma aparecer em expressões
como “camadas menos favorecidas”, “população carente” ou com “menor poder
aquisitivo”. Por melhor que seja a intenção, como, por exemplo, informar que o
produto ou serviço é mais barato, acaba discriminando de forma negativa. E
desperta sentimentos ruins.
6. Atenção aos limites do aspiracional
Embora vez ou outra surjam campanhas publicitárias valorizando a
“beleza real”, o fato é que o modelo aspiracional funciona. Ainda mais para as
classes mais populares. O belo agrada e chama a atenção. As pessoas gostam de
se projetar em ambientes, produtos ou modelos que representem seu ideal de
luxo, conforto ou beleza, em vez do espelho. Mas é preciso tomar cuidado com os
limites desse modelo. Cansei de ver pesquisas sobre atrizes lindas e famosas
que fazem muito sucesso com os mais ricos, mas não atraem a identificação do
brasileiro médio. Em vez de proximidade, causam distanciamento – quando não
antipatia. Dificilmente uma brasileira comum vai querer seguir as dicas de
sedução apresentadas por uma loira nórdica de pele branca e jeito frio. Nem
usar o mesmo creme.
Está em dúvida em quem usar na campanha ou na capa da revista? Só olhar
quem está fazendo sucesso na novela. Simples assim.
Semana da Classe C
Esta semana vou postar vários conteúdos sobre a classe C. O motivo? Como redatora, constantemente me vejo escrevendo para este público e gostaria de compartilhar os conhecimentos que venho adquirindo com meus leitores. Enjoy!
10 Documentários
O pessoal do site CARREIRA SOLO selecionou 10 documentários que poderão aumentar seu conhecimento sobre Publicidade, Marketing e Design.
http://carreirasolo.org/inspiracao/videoteca-inspiracao-2/10-documentarios-que-todo-criativo-deveria-ver#.Ue1th9JJOXj
http://carreirasolo.org/inspiracao/videoteca-inspiracao-2/10-documentarios-que-todo-criativo-deveria-ver#.Ue1th9JJOXj
A origem do termo "OK".
Uma das mais plausíveis origens, e também a que mais dou credibilidade relaciona-se com a Guerra Civil Americana (1861-1865), que opôs os Estados do Norte (mais industrializados) aos Estados do Sul - a famosa Guerra dos Confederados.
Cada batalhão de infantaria do Exército Federal (nortista) tinha de reportar regularmente ao comando do respectivo regimento o número de baixas que contabilizava em determinado momento: quantos mortos ou incapacitados por ferimento ou doença.
Começava a lista com o número de mortos (killed), assim expresso deste modo, por exemplo: 5k (five killed, ou seja, cinco mortos).
Quando um batalhão não tinha sofrido baixas, reportava 0k (zero killed).
Mas, depressa, se tornou vulgar informar coloquialmente o comandante do regimento que um determinado batalhão estava OK, trocando o zero pela letra O - ou seja, que a unidade militar não tinha sofrido perdas e estava operacional.
Mas, depressa, se tornou vulgar informar coloquialmente o comandante do regimento que um determinado batalhão estava OK, trocando o zero pela letra O - ou seja, que a unidade militar não tinha sofrido perdas e estava operacional.
Achei no http://comhistoria.blogspot.com.br
Concordância verbal e porcentagem.
Vem cá, 99% das pessoas já devem ter se perguntado se
estavam ou não escrevendo isso certo. Aquele 1% que não se perguntou,
certamente, fez a lição de casa ou decorou as regrinhas aqui de baixo. A
pergunta é: como fica o verbo quando aparece uma porcentagem na frase? Vamos
aos casos.
Quando o número vem...
Especificado por termo singular: verbo no
singular.
- 86% da população chinesa acha que o capitalismo trouxe
benefícios para o país.
Especificado por termo plural: verbo no
plural.
- 96% dos chineses acreditam que os Jogos serão
bem-sucedidos e vão melhorar a imagem do país perante o mundo.
Sem especificação: verbo concorda com o
número da porcentagem.
- Na China, 80% têm uma opinião positiva a respeito da
situação social e econômica do país.
- 1% não opinou sobre o impacto dos Jogos Olímpicos na
imagem do país perante o mundo.
* Aceita-se o verbo no singular e no plural, mas há
preferência pelo verbo no singular.
Com essas dicas, já dá pra ir resolvendo uns 80% dos casos
de concordância verbal com porcentagem que aparecem no dia a dia. Concorda?
"AGORA HÁ POUCO" e "DAQUI A POUCO".
PARA NÃO ERRAR MAIS!
Esqueça a crase no uso dessas expressões. Para indicar passado empregue o verbo haver; para indicar futuro, preposição a. MAS, POR QUÊ?
- Quando se emprega "agora há pouco" usa-se o verbo haver, pois há referência a um tempo transcorrido.
- Já quando se emprega "daqui a pouco" usa-se a preposição a, pois há referência a um momento futuro.
Entendido?
Esqueça a crase no uso dessas expressões. Para indicar passado empregue o verbo haver; para indicar futuro, preposição a. MAS, POR QUÊ?
- Quando se emprega "agora há pouco" usa-se o verbo haver, pois há referência a um tempo transcorrido.
- Já quando se emprega "daqui a pouco" usa-se a preposição a, pois há referência a um momento futuro.
Entendido?
A PÉ ou À PÉ?
O correto é “a pé” (sem acento grave), já que “pé” é um substantivo masculino.
As locuções adverbiais (lugar, tempo, modo…) recebem o acento indicativo da crase quando formadas por palavras femininas: sentar-se à mesa, bater à porta, entrar à direita, vigiar à distância, sair à noite, errar às vezes, vender à vista, viver à toa, falar às claras, sair às escuras.
Isso poque temos, no caso de locuções com palavras femininas, a junção do A PREPOSIÇÃO com o A ARTIGO, usado justamente por ser uma palavra feminina.
Como PÉ é "homenzinho", ele não leva o artigo A e, portanto, temos apenas a PREPOSIÇÃO, ficando assim: A PÉ!
TRÁS é diferente de TRAZ
É muito comum que as pessoas cometam esse erro e, embora muitos leitores não percebam a diferença e, portanto, não haja um real problema de comunicação, o erro está lá e pode causar, no mínimo, falta de credibilidade. A questão é que muitas pessoas usam a palavra TRÁS do lugar de TRAZ. Para evitar o erro, basta entender o significado de cada uma e empregar corretamente. É bem simples!
TRÁS, com acento e “s” significa ATRÁS.
Tem função de advérbio de lugar e vem sempre acompanhado de uma preposição, formando com esta uma locução adverbial. Ex.: A sala fica na parte de trás da escola.
TRAZ com “z”, significa CONDUZ, OFERECE, TRANSPORTA.
É a conjugação do verbo “trazer” na terceira pessoa do singular do indicativo ou na primeira pessoa do singular do imperativo. Ex.: Dinheiro não traz felicidade.
TRÁS, com acento e “s” significa ATRÁS.
Tem função de advérbio de lugar e vem sempre acompanhado de uma preposição, formando com esta uma locução adverbial. Ex.: A sala fica na parte de trás da escola.
TRAZ com “z”, significa CONDUZ, OFERECE, TRANSPORTA.
É a conjugação do verbo “trazer” na terceira pessoa do singular do indicativo ou na primeira pessoa do singular do imperativo. Ex.: Dinheiro não traz felicidade.
TODO DIA ou TODO O DIA?
Não é só sair escrevendo por aí. Tem regrinhas que podem mudar o sentido do texto.
Regras como, por exemplo, o emprego do artigo depois da palavra TODO.
Vamos lá.
TODO SEM ARTIGO
Todo dia, toda manhã, toda sexta-feira...
Significa: cada, qualquer
Ex.: Toda segunda-feira é dia de aula.
Significa que, sempre às segundas, a cada segunda, tem aula.
TODO COM ARTIGO
Todo o dia, toda a semana, toda a segunda-feira.
Significa: inteiro
Ex.: Toda a semana tenho aula.
Quer dizer que, a semana inteira (e aí estou me referindo a uma semana específica) terei aula.
No entanto, no plural, é obrigatório o artigo.
Ex.: Todos os dias faço ginástica.
Significa cada, qualquer.
Você sabe o que é Cacófato?
É um vício de linguagem que, devido à disposição de duas palavras, causa um som desagradável e ou obsceno no momento da pronúncia. Mesmo que a disposição das palavras e sua grafia estejam corretas, se juntas formarem CACÓFATO, é considerado um vício de linguagem e, portanto, um ERRO! Exemplos? Vamos lá!
Um por cada - Uma mão - Ela tinha - Vou-me já - Ele marca gol - Boca dela - Vou picar alho - Fé demais
Informação: + ou >?

Sempre que você for sugerir ao leitor que procure ler mais sobre algum assunto, escreva MAIS INFORMAÇÕES. Essa é a forma aceita pela norma culta da língua portuguesa. Dizer MAIORES INFORMAÇÕES causa ambiguidade, dando a entender que a informação pode ser maior em tamanho e não, necessariamente, mais detalhada.
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