Story what? Storytelling.

Peguei esse texto do site UPDATE OR DIE, redigido por BRUNO SCARTOZZONI.
Fala de Storytelling e transmídia. Assuntos que, caso você desconheça, tem um enorme motivo para ler JÁ!
 
De uns tempos para cá muitas pessoas têm se interessado por esse assunto, mas com a falta de boas referências e também por causa do buzz, acaba se falando muita besteira e se confundindo alhos com bugalhos. Por isso resolvi escrever um guia rápido para desmistificar conceitos e abrir portas para aqueles que queiram se aprofundar, ou pelo menos entender do que se trata. Vamos lá.
O QUE É STORYTELLING?

Storytelling pode ser definido de várias maneiras, mas a que importa nesse caso é que se trata de uma poderosa ferramenta para compartilhar conhecimento, utilizada pelo Homem muito antes do que qualquer mídia social. Para ser mais exato, há algo em torno de 30 a 100 mil anos, quando acredita-se que o Homo Sapiens Sapiens desenvolveu a linguagem.
Para entender essa ferramenta é preciso saber a diferença entre duas palavras da língua inglesa: “history” e “story”. A primeira está relacionado com fatos reais, como a queda do Império Romano ou alguma coisa que aconteceu na sua vida, rotina ou não. A segunda é uma estrutura narrativa, geralmente ligada à ficção, mas não necessariamente. Na língua portuguesa o correto é escrever “história” para ambos os casos, por isso, a partir de agora, entendam que sempre estarei me referindo à “story” ok?
Contar uma história é encadear eventos de maneira lógica, dentro de uma estrutura com certos padrões que, de forma muito resumida, são:
- Uma quebra de rotina. Histórias são sempre sobre eventos extraordinários. A não ser em “filmes de arte”, não há motivo para contar uma história sobre o cotidiano.
- Pelo menos um protagonista, que é o personagem com o qual as pessoas devem se identificar. Ele sempre deve estar buscando algo.
- Pelo menos um antagonista, que pode ser desde um super-vilão estereotipado até uma sociedade inteira, uma doença, o tempo etc. O importante é criar obstáculos para o protagonista.
- Conflito, ou seja, a tensão desse embate entre os elementos opostos. É isso que segura a atenção do público.
- Uma sequência de eventos com começo, meio e fim, passando por pelo menos um climax. O famoso “plot“, essencial para que a história faça sentido para as pessoas.
Por incrível que pareça essa estrutura narrativa é utilizada desde quando nossos ancentrais se sentavam em torno das fogueiras e contavam sobre caçadas. Dessa forma, além de entreter a tribo, eles conseguiam “viralizar” e perpetuar suas aventuras, onde estavam contidos conhecimentos necessários para sua sobrevivência, desde coisas práticas até expectativas da conduta dentro daquele grupo, passando por tentativas de explicar os mistérios da vida e do universo.
No melhor espírito “quem conta um conto aumenta um ponto”, essas histórias vão se modificando e daí nascem as mitologias, dando forma às culturas locais. Depois temos a invenção da literatura, teatro, cinema, quadrinhos, videogames e uma infinidade de meios e estilos cujos objetivos do ponto de vista da sociedade são exatamente os mesmo desde sempre.
Se isso te interessa, aí vai uma dica: O Poder do Mito, série de entrevistas com o mitologista Joseph Campbell. Tem em livro ou DVD.
POR QUE UTILIZAR STORYTELLING?
Guardamos uma informação mais facilmente quando ela está envelopada nesse tipo de estrutura. O segredo está em atribuir significados emocionais à elementos técnicos por meio de um contexto. Se você assistiu O Náufrago, sua percepção sobre uma bola de vôlei da Wilson é completamente diferente da percepção de uma pessoa que não viu o filme, ou então em relação à uma bola tecnicamente idêntica, só que de outra marca.
Se você gosta de dados, o renomado psicólogo Jerome Bruner descobriu que um fato tem 20 vezes mais chance de ser lembrado se estiver ancorado em uma história. Em outras palavras, tendemos a achar que nossa memória funciona como um álbum de fotos, mas na verdade ela está mais para uma coleção de filmes. Se você gosta de neurociência, dá uma olhada nos neurônios espelhos.
COMO POSSO UTILIZAR STORYTELLING?
Há uma infinidade de formas, com maiores ou menores graus de dificuldade e eficiência. A mais básica seria pegar a história real da sua marca, ou seja lá o que estiver querendo vender, e reorganizar os fatos de forma que estejam dispostos em uma estrutura de história. Mais ou menos como um filme “baseado em histórias reais“. O problema é que nem sempre dá para garantir que a marca tenha uma “history” legal o bastante para render uma boa “story”. Teoricamente você pode fazer um filme baseado em qualquer coisa, mas daí para ser um sucesso de bilheteria é um gap enorme. Um filme sobre o Steve Jobs e a Apple provavelmente seria bom, mas no mundo corporativo isso é exceção.
Na outra ponta tem a ficção, que permite um controle muito maior dos personagens e do plot, aumentando as possibilidades de engajamento e também de desdobramentos. Dois exemplos de como isso pode ser feito:
- Popeye, o herói marinheiro criado em 1929, originalmente não precisava comer espinafre para ganhar força. Esse elemento da história só foi introduzido algum tempo depois, quando houve as primeiras adaptações dos quadrinhos para o cinema. Dizem que isso teria sido um product placement de uma empresa de espinafre. Verdade ou não, o fato é que o desenho aumentou o consumo de espinafre nos EUA em 30% nos anos subsequentes, salvando esse segmento de uma crise.
- Coca-Cola Happiness Factory, famoso case da W+K, é um exemplo mais moderno de como um universo ficcional pode ser criado para uma marca. Trata-se um mundo que se passa dentro da vending machine, com personagens e regras próprias. Teria sido melhor ainda se o universo e personagens funcionassem suficientemente bem fora do ambiente de comunicação da Coca-Cola, por exemplo, sustentando um longa metragem ou uma série de quadrinhos. Não chegou lá, mas quase.
- No meio do caminho entre esses dois extremos, dá para, por exemplo, pegar carona com product placement em uma outra história.
- Nessa apresentação você pode encontrar outros exemplos.
O QUE É TRANSMÍDIA?
Não compre uma coisa antiga pelo preço de uma novidade, transmídia, no contexto do mercado publicitário, é só um termo repaginado para os antigos “comunicação 360º” ou “comunicação integrada”.
Já transmídia storytelling é contar uma história (“story”) por meio de diferentes mídias, tendo consciência de que cada uma exige uma narrativa específica e atinge públicos diferentes. O primeiro universo ficcional criado desde o início com esse propósito provavelmente foi o de Matrix, tendo a trilogia de filmes como o núcleo desse universo, e depois uma série de produtos que aprofundavam a história em outros meios, para uma parte mais engajada do público: animação, quadrinhos, videogame etc. Em cada um desses casos era contada uma outra parte da história, ligada ao núcleo, porém diferente dele.
É possível dizer que Star Wars foi a franquia que deu o pontapé inicial desse movimento, comercialmente falando, embora originalmente esse universo não tenha sido concebido para esse propósito.
No âmbito da comunicação de marcas, as técnicas de transmídia storytelling podem ser utilizadas para fazer uma amarração contextual mais elaborada e potencialmente mais engajadora entre as diferentes mídias de uma campanha. A própria Coca-Cola Happiness Factory é um exemplo disso. O problema é que se presta muita atenção nas mídias e novas tecnologias, mas esquecem que sem uma boa história o resto não funciona.

ESTE x ESSE

Constantemente, quando lemos ou escrevemos, nos deparamos com uma dúvida: devo usar esse ou este?

“Esse” ou “este” são pronomes demonstrativos que têm formas variáveis de acordo com o número ou gênero. A definição de pronomes demonstrativos demonstra muito bem a função desses: são empregados para indicar a posição dos seres no tempo e espaço em relação às pessoas do discurso: quem fala (1ª pessoa) e com quem se fala (2ª pessoa), ou ainda de quem se fala (3ª pessoa). Neste último caso, o pronome é aquele (aquela, aquilo).
Vejamos: 1ª pessoa: este, esta, isto; 2ª pessoa: esse, essa, isso e 3ª pessoa: aquele, aquela, aquilo.

a) Este, esta e isto são usados para objetos que estão próximos do falante. Em relação ao tempo, é usado no presente.
Exemplos: Este brinco na minha orelha é meu.
Este mês vou comprar um sapato novo.
Isto aqui na minha mão é de comer?

b) Esse, essa, isso são usados para objetos que estão próximos da pessoa com quem se fala, ou seja, da 2ª pessoa (tu, você). Em relação ao tempo é usado no passado ou futuro.
Exemplos: Quando comprou esse brinco que está na sua orelha?
Esse mês vai ser de muita prosperidade!
Isso que você pegou na geladeira é de comer?

Quando ficar com dúvida a respeito do uso de “esse” ou “este” lembre-se: “este” (próximo a mim, presente) e “esse” (distante de mim, passado e futuro).

FONTE: Brasil Escola. Texto de Sabrina Vilarinho



Sessão, Cessão ou Seção.

Na língua portuguesa há muitos termos parecidos, seja no modo de falar ou de escrever. As palavras sessão, seção e cessão representam um caso que gera muitas dúvidas.
Vamos tentar aqui exemplificar cada uma para melhor entendimento. Contudo, é importante internalizar o significado de cada uma. Vejamos:

• Sessão

Escrita desse modo significa espaço de tempo de uma reunião deliberativa, de um espetáculo de cinema, teatro, etc. Para se lembrar desse significado é só pensar que ela advém do latim “sessio” e que significa “sentar-se”. Logo, todas as sessões que exijam da pessoa que ela se sente é escrita com três "esses".

Exemplos: A sessão demorou muito a começar, mas o filme valeu a pena.
A sessão terá como objetivo aprovar ou não a nova lei do estudante.
A sessão com o psicólogo durou um pouco mais do que o planejado.

• Cessão
Escrita desse modo tem um único significado: ceder, ou seja, transferir algo, dar posse de algo a outrem. Para se lembrar do modo como se escrever lembre-se que “ceder” começa com “c”.

Exemplos: A cessão de suas terras foi aceita.
Autorizei a cessão dos materiais deste departamento à instituição carente que os solicitou.

• Seção
Desse modo quer dizer o mesmo que secção, ou seja, do ato ou efeito de repartir. Significa ainda: divisão de repartições públicas, parte de um todo, departamento.

Exemplo: Cada seção deste projeto vai ter que ser analisada.

Fonte: Portal Brasil Escola

Bela Aborrecida

Porque as princesas são lindas, mas não são tontas! ;-)
Criado pela dupla Taise Gasparin e Eluanda Andrade!





Dia a dia, me pergunto: dia-a-dia ou dia a dia?










De acordo com a nova regra, o hífen não é mais exigido nas palavras compostas que têm, entre os termos, um elemento de ligação (preposição, artigo ou pronome). Sendo assim, DIA A DIA, não precisa de hífen, nem quando significa rotina (substantivo), nem quando denota tempo (advérbio).

Exemplos:

Dia a dia leio a Bíblia, isso me faz bem.
É no dia a dia que conhecemos as pessoas de verdade.

Assim como a expressão “dia a dia”, outras expressões perderam o hífen. Confira: corpo a corpo, passo a passo, arco e flecha, lua de mel, pé de moleque, ponto e vírgula, não me toques um disse me disse, um deus nos acuda, maria vai com as outras, um pega pra capar, carne de sol, dor de cotovelo, pau de sebo, faz de conta, queda de braço, pé de serra, fim de semana, bicho de sete cabeças, mão de obra, quarta de final.

História ao contrário

Antes de escrever esta história, pensei numa pergunta sobre ela: Por que é que eu tenho que começar a história do começo, de cabeça pra cima e da esquerda para a direita, quando posso começar do fim, de cabeça para baixo e talvez nunca chegar a terminar?
Escrever assim, ao contrário, mudaria toda a teoria de que os fins justificam os meios. Pois, pense bem! Começando pelo fim, este fim teria que justificar o meio, mas o meio viria depois. Seria como me justificar por algo que eu ainda não fiz. E se justificar por coisa que não existe parece loucura. E seria!
Mas, se pensarmos por outro lado, sendo o fim o começo e o começo o fim, justificar-se antes de fazer seria como desculpar-se por antecedência, ou pedir licença para fazer algo, que nunca há de ser feito. Creio que seria educado isso. E educação, ainda que com loucura, é sempre bem-vinda.
Quanto ao começo, talvez o começo nunca existisse, pois é bem do meu feitio começar coisas e nunca terminar e, sendo o fim o começo e começo o fim, eu nunca haveria de começar esta história.
Nem hei de começar.
Já não comecei.
E, neste caso, ela não existe.
E você, só pode ser louco por estar lendo uma história que não existe!
E eu, deveria prestar mais atenção a quem ando escrevendo minhas histórias.

BATE-BOCA DE CRIAÇÃO - 27/09

Bem-vindo sempre com hífen!

Para quem ainda tem dúvidas: o adjetivo bem-vindo escreve-se com hífen, sendo uma palavra formada por justaposição. Assim, nas expressões “seja bem-vindo”, “sentiu-se bem-vinda” e “serão bem-vindos”, em que a palavra tem sempre o sentido de “bem acolhido/a/os”, é esse adjectivo, com hífen entre os dois termos que formam o composto, que está presente. Benvindo é nome próprio, como Benvinda (nome da minha Avó).Portanto, é uma palavra composta por aglutinação, uma vez que não há hífen entre os termos bem e vindo.
Pela nova ortografia, não houve mudança na escrita dessa palavra, ou seja, continua valendo a forma: BEM-VINDO.

Vale lembrar que é bom ficar atento à concordância dela:

Sejam todos bem-vindos.
Revistas são bem-vindas.
Uma gratificação será bem-vinda.
Um prêmio é sempre bem-vindo.

MaCost Brasil abre vagas nas equipes de criação, planejamento e atendimento.










A MaCost Brasil, agência de Taubaté, que atende clientes em nível nacional,de todos os setores, com importantes cases no mercado religioso e social,
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Requisitos: Diretor de Arte
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Requisitos: Assistente de Arte
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Neste caso, é preciso estar cursando, no mínimo, o 3º ano da faculdade.

Requisitos: Planner
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Requisitos: Atendimento
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Freddie Mercury - O melhor e mais conhecido!

Homenagem a Freddie Mercury, o vocalista da banda de rock britânica Queen, nascido em 5 de setembro de 1946. Era considerado um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo.


Criação: Taise Gasparin e Thiago Teixeira




Para mim, esta é a frase mais bonita deste livro.

Foi o tempo que investiste em tua rosa que fez tua rosa tão importante

Antoine de Saint-Exupéry


Conselhos de uma lagarta


A Lagarta e Alice olharam-se uma para outra por algum tempo em silêncio: por fim, a Lagarta tirou o narguilé da boca, e dirigiu-se à menina com uma voz lânguida, sonolenta.
“Quem é você?”, perguntou a Lagarta.
Não era uma maneira encorajadora de iniciar uma conversa. Alice retrucou, bastante timidamente: “Eu — eu não sei muito bem, Senhora, no presente momento — pelo menos eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então.
“O que você quer dizer com isso?”, perguntou a Lagarta severamente. “Explique-se!”
“Eu não posso explicar-me, eu receio, Senhora”, respondeu Alice, “porque eu não sou eu mesma, vê?”
“Eu não vejo”, retomou a Lagarta.
“Eu receio que não posso colocar isso mais claramente”, Alice replicou bem polidamente, “porque eu mesma não consigo entender, para começo de conversa, e ter tantos tamanhos diferentes em um dia é muito confuso.”
“Não é”, discordou a Lagarta.
“Bem, talvez você não ache isso ainda”, Alice afirmou, “mas quando você transformar-se em uma crisálida — você irá algum dia, sabe — e então depois disso em uma borboleta, eu acredito que você irá sentir-se um pouco estranha, não irá?”
“Nem um pouco”, disse a Lagarta.
“Bem, talvez seus sentimentos possam ser diferentes”, finalizou Alice, “tudo o que eu sei é: é muito estranho para mim.”
“Você!”, disse a Lagarta desdenhosamente. “Quem é você?”
O que as trouxe novamente para o início da conversação. Alice sentia-se um pouco irritada com a Lagarta fazendo tão pequenas observações e, empertigando-se, disse bem gravemente: “Eu acho que você deveria me dizer quem você é primeiro.”
“Por quê?”, perguntou a Lagarta.
Aqui estava outra questão enigmática, e, como Alice não conseguia pensar nenhuma boa razão, e a Lagarta parecia estar muito chateada, a menina despediu-se.
“Volte”, a Lagarta chamou por ela. “Eu tenho algo importante para dizer!”
Isso soava promissor, certamente. Alice virou-se e voltou.
“Mantenha a calma”, disse a Lagarta.
“Isso é tudo?”, retrucou Alice,engolindo sua raiva o quanto pôde.
“Não”, respondeu a Lagarta.
Alice pensou que poderia muito bem esperar, já que não tinha nada para fazer, e talvez no fim das contas ela poderia dizer algo que valesse a pena. Por alguns minutos a Lagarta soltou baforadas do seu cachimbo sem falar; afinal, ela descruzou os braços, tirou o narguilé da boca novamente e disse: “Então você acha que mudou, não é?”
“Temo que sim, Senhora”, respondeu Alice. “Não consigo lembrar das coisas como antes — e não mantenho o mesmo tamanho nem por dez minutos!”

O coração e o bisturi ♥


O coração é um órgão oco.
Tão oco quanto a cabeça de quem vive apaixonado!
E, não é à toa que não só de amor vive um coração.
O coração, no ser humano, tem o tamanho aproximado de um punho fechado.
Pronto pra dar um SOCO na cara de alguém.
Afinal, dizem que amor e ódio caminham juntos. Sim, lado a lado.
Um no átrio esquerdo e o outro no átrio direito do coração.
Só que enquanto um lado manda, o outro desmanda. E vai assim a vida inteira.
Porque o coração é um órgão muscular com movimento INVOLUNTÁRIO!
E vai batendo involuntariamente num vai e vem de sangue limpo e sujo, coisas boas e ruins, irrigando cada célula do corpo, regando cada minuto do nosso tempo.
Além disso, o coração tem válvulas. Creio que todas DE ESCAPE.
Porque ninguém é de ferro. E, embora o sangue tenha ferro, “não ser de ferro” continua sendo uma ótima desculpa.
Desculpa, por exemplo, para não querer amar ninguém.
Afinal, seja homem ou mulher, todo ser precisa de um tempo só para si.
Já que o coração, como qualquer outro músculo do corpo,necessita de OXIGÊNIO para que funcione adequadamente.
E já que o coração é assim, tão petulante a ponto de funcionar sozinho, e tão frágil a ponto de disparar com a simples presença de outra pessoa, que tal começar a cuidar dele antes dos 30?

Então, fica uma dica: cuide do seu coração como cuida do seu fígado.
Com boas doses de alegria, sempre que possível. ♥

A pessoa certa no lugar certo.

Segundo Jim Collins, estas são as 6 características principais das pessoas certas que estão na posição adequada e que, consequentemente, são capazes de proporcionar o crescimento, acredito que tanto pessoal quanto da empresa na qual trabalham. Jim Collins é um estudioso do comportamento de grandes empresas, formador de líderes empresariais, orador e autor de vários artigos e livros sobre gestão. Aí vão as características. Bom tomá-las como regras:

1. Estas pessoas partilham os valores das organizações. “É preciso selecionar pessoas que já compartilham dos valores da sua companhia”, pontua Collins.

2. Estas pessoas não precisam ser gerenciadas de perto. “No momento em que temos que gerenciar o desempenho de alguém de perto, esta pessoa está na posição errada”, complementa.

3. Mais do que emprego, as pessoas tem responsabilidade. “Em uma grande cultura, as pessoas podem lhe dizer claramente suas responsabilidades, não um cargo”, afirma.

4. Compromisso selado e cumprido. “As pessoas certas têm 100% de comprometimento. São cuidadosas em relação ao que dizem que vão fazer. Ou cumpre o que prometeu ou está eliminado”, reforça.

5. Maturidade para os erros e acertos. As pessoas certas dividem o crédito tanto nos acertos quanto no fracasso.

6. Pessoas certas têm uma enorme paixão pela empresa, pelo trabalho e pelo que fazem. “Se você não é apaixonado pela empresa, não deveria estar passando sua vida ali. Nada de grandioso acontece sem uma grande paixão”, posiciona-se.